Ministra da Cultura é furtada na Itália e recebe pedido de desculpas

Ministra da Cultura é furtada na Itália
Ministra da Cultura Margareth Menezes e Prefeito de Veneza, Michele Di Bari (Imagem: Reprodução)

Ministra da Cultura é furtada na Itália e recebe pedido de desculpas

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, teve a carteira furtada e documentos furtados, na cidade de Veneza, na Itália, a caminho da bienal de Veneza, na quinta-feira (18). O autor do crime levou dinheiro, documentos e cartões da ministra. A suspeita é de que episódio tenha ocorrido enquanto ela gravava um vídeo para as redes sociais falando da importância da participação brasileira no evento.

O que aconteceu?

Segundo a assessoria da chefe da pasta, o crime aconteceu quando a gestora estava em um ônibus aquático. O furto foi registrado na polícia local e é investigado. A equipe Margareth Menezes divulgou ainda que a ministra recebeu um pedido de desculpas oficial do prefeito de Veneza, Michele Di Bari.

O Ministério da Cultura participa da 18ª Bienal de Arquitetura de Veneza, um dos eventos culturais mais importantes e tradicionais do mundo. A ministra Margareth Menezes esteve na abertura do Pavilhão do Brasil na quinta-feira (18) e depois fez uma visita guiada à exposição “Terra”.

Bienal de Veneza

O ministério fez um aporte de R$ 1,5 milhão de investimento para a realização da mostra brasileira. Segundo a assessoria da pasta, a viagem para Itália dá sequência à agenda de reconstrução do intercâmbio cultural internacional do Brasil. A visita guiada da ministra à exposição foi feita pelos curadores Gabriela de Matos e Paulo Tavares. No mesmo dia, a chefe do Ministério da Cultura se reuniu com a curadora da Bienal, Lesley Lokko.

“A arquitetura brasileira é um vetor de projeção internacional do país. É com muito prazer e senso de responsabilidade que participo da Bienal e neste ano estamos aqui para apresentar a mostra “Terra”, que traz o Brasil do Xingu, da Amazônia brasileira, como laboratório de futuro de cuidado ambiental. Ela representa os territórios indígenas, quilombolas e os terreiros de candomblé do país”, afirmou a ministra Margareth Menezes.

Já na última sexta-feira (19), houve uma visita guiada ao Arsenale, a principal exposição da mostra de arquitetura, seguida de visita ao Estúdio do artista Joseph Kosuth, no Palazzo Fontana Rezzonico.

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