Acusação de plágio contra Roberto Carlos pode ser revertida na justiça; entenda

Roberto Carlos
Roberto Carlos pode processo por plágio revertido a seu favor, na justiça. (Foto: reprodução/redes sociais).

Acusação de plágio contra Roberto Carlos pode ser revertida na justiça; entenda

O processo judicial que acusa Roberto Carlos e Erasmo Carlos de plágio pela música “Traumas”, pode ter um novo desdobramento na justiça. A professora Erli Cabral Ribeiro Antunes, que diz ser a verdadeira autora da canção. Porém, apesar de o laudo pericial realizado por determinação da Justiça ter apontado o plágio, ele não é suficiente para penalizar os artistas.

A acusação e a perícia

A canção em questão está sendo apontada como um plágio de “Aquele Amor tão Grande”, composição da professora. Segundo as informações da jornalista Mari Texeira, do jornal O Globo, o advogado Daniel Campello afirmou que para que Roberto e Erasmo sejam condenados é necessário que sejam analisados três pontos ao fazer a comparação entre uma música e outra.

“É preciso ainda uma prova de acesso, ou seja, a acusadora tem que provar que a obra dela estava disponível para que Roberto e Erasmo acessassem. Além disso, tem a má fé, então o plagiador tem que ter tido vantagem em cometer esse ato e anterioridade, o plagiado tem que provar que a obra dele é anterior. Todos esses requisitos têm que ser concomitantes.”, explicou.

Ainda segundo o jornal, o laudo do processo não trata de todos esses pontos. A perícia se ateve apenas à algumas similaridades de compasso entre uma música e outra que, ainda de acordo com Campello, são comuns de acontecer na música popular. Portanto, a defesa de Roberto e Erasmo Carlos pode até tentar impugnar o documento.

Como começou o caso

“Aquele Amor tão Grande” foi registrada em 3 de fevereiro de 1971. Dias depois, a professora disse que levou uma fita com a canção e a sua partitura para um show de Roberto Carlos na cidade de Paraíba do Sul, no estado do Rio de Janeiro, e deixou o material com um músico da banda para que a canção chegasse até o cantor.

Em julho de 1971, quando Erli ouviu a música “Traumas” notou que havia “identidade” com a sua. No processo, ela pede o pagamento de uma indenização, em valores a serem calculados considerando os danos morais e patrimoniais. A assessoria de Roberto Carlos, negou as acusações em nota e disse confiar que “o laudo pericial seja revisto”. O processo ainda não foi julgado.

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