PM agride idosa e homem rendido com socos no interior de SP

Policial militar e idosa
Policial militar agrediu uma idosa de 70 anos no interior de SP (Foto: Reprodução)

PM agride idosa e homem rendido com socos no interior de SP

Uma idosa e um homem foram agredidos por dois policiais militares no bairro Água Branca, em Igaratá, no interior de São Paulo. No vídeo, que foi gravado por vizinhos e disponibilizado na Internet, ficou registrada a abordagem dos policiais e o momento que eles partem para violência física com Vilma de Oliveira e o filho, que já estava rendido e algemado.

De acordo com o G1, tudo começou com uma briga entre vizinhos sobre um muro construído, que estaria invadindo o terreno de Vilma. Quando eles tentaram conversar com a pessoa, todo mundo acabou exaltado, quando, apreensiva, Vilma decidiu chamar a PM.

Agredido sem reagir

No local, no entanto, foram os filhos de Vilma que acabaram algemados. Foi quando, mesmo algemado, um dos filhos começou a sofrer agressão dos oficiais com socos e chutes. No vídeo ainda é possível ver um dos policiais dando soco na senhora de 70 anos e ainda sacando a arma para ameaçá-la.

Agora, o caso está sendo investigado na delegacia de Igaratá. Segundo o portal, os policiais militares envolvidos não quiseram se manifestar sobre o ocorrido. A Polícia Militar e a Polícia Civil ainda não se manifestaram.

Outro momento chocante em Portugal

Brasileiros deixaram a sociedade chocada ao relatar ter sofrido violência física e ser torturados em um bar de Lisboa, em Portugal. Pelas redes social, o alagoano Jefferson Gomes Tenório, de 29 anos, e seu namorado, o também brasileiro Luís Almeida, de 30, relataram que estavam na boate Titanic Sur Mer, na região do cais do Sodré, acompanhados da prima de Luís.

Segundo Jefferson, que mora em Portugal, eles acabaram espancados por oito seguranças após um desentendimento, em 22 de maio. Ao narrar o acontecido, ele revelou que tudo começou quando seu namorado foi tentar procurá-lo no banheiro e foi impedido, até começarem uma discussão. O alagoano não consegue dizer que tipo de preconceito eles estavam sofrendo no momento: pela cor do namorado, pela nacionalidade ou se por serem um casal gay.