Djonga termina apresentação de cueca após roupa pegar fogo

 

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Djonga termina apresentação de cueca após roupa pegar fogo. (Foto: Reprodução/Internet)

O rapper Djonga, com 29 anos de idade, vivenciou um episódio inesperado e perigoso durante uma de suas apresentações recentes. Devido a um erro pirotécnico, sua bermuda pegou fogo, forçando-o a continuar o show apenas de cueca.

Este incidente, capturado em vídeo, mostrou Djonga sendo atingido por um jato de fogo enquanto atravessava a passarela. Apesar do susto, ele manteve a compostura e prosseguiu com a performance, mesmo com as chamas em suas pernas.

O que causou o incendio?

Surpreendentemente, foram os fãs que alertaram o rapper sobre o fogo. Reagindo prontamente, Djonga tirou a bermuda rapidamente para evitar ferimentos maiores. Após controlar a situação, ele utilizou seu senso de humor para lidar com o ocorrido. “Vou ter que cantar assim, será? Desse jeitão?”, brincou ele com o público. Em um relato mais detalhado sobre o incidente, ele compartilhou nas redes sociais:

“Ontem foi por pouco, de verdade. E se vocês repararem quase pegou na minha cabeça o outro jato de fogo. Perna tá queimada, mas tô cuidando. Agora imagina se o mano não gosta de usar cueca? Que situação ia ser!”, revelou nos Stories do Instagram.

Djonga também publicou um vídeo do momento nas redes sociais, demonstrando resiliência e bom humor frente ao perigo. “Tentaram matar o mano de novo, mas o mano resiste. Obrigado, papai do céu e os orixás, tô bem. E aquelas coisas aqui ainda dão pra usar”, escreveu, referindo-se ao incidente.

Veja


Ludmila diz receber ataques racistas

Ademais, a cantora detalhou os ataques que recebe de perfis racistas disfarçados de fãs. Esses perfis, segundo ela, não representam o verdadeiro público que aprecia música. Ela enfatizou a gravidade dessa situação, informando que sua equipe jurídica já está trabalhando para identificar os responsáveis por esses ataques. Da mesma forma, a plataforma em questão já foi notificada e começou a excluir os posts denunciados.

Ludmilla, com determinação, declarou que o Dia da Consciência Negra não é um momento de celebração, dada a luta contínua contra a discriminação racial. Ela expressou cansaço com a necessidade de responder a ataques racistas, afirmando que os responsáveis por essas ações devem ser confrontados. Apesar de se sentir exausta, ela reafirmou seu compromisso de não recuar e continuar brilhando, independentemente das adversidades.

A cantora finalizou seu discurso com uma poderosa mensagem: “Não há o que celebrar no dia 20 de novembro”. Sua postura resoluta e palavras inspiradoras reforçam a importância do combate ao racismo e a necessidade de mudanças significativas na sociedade.

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