Vilma Nascimento se pronuncia após caso de racismo: “Quebrar a cara dela”

Em conversa com Patrícia Poeta, Vilma Nascimento deu detalhes sobre o caso de racismo
Em conversa com Patrícia Poeta, Vilma Nascimento deu detalhes sobre o caso de racismo (Foto: Reprodução/Instagram)

Vilma Nascimento, porta-bandeira da Portela, viveu uma situação bem constrangedora com a filha no Aeroporto de Brasília na última terça-feira (21). Seguranças acusaram Nascimento de furtar uma Duty Free Shop.

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Daniele Nascimento e sua mãe foram convidadas na manhã desta sexta-feira (24) para falar sobre o ocorrido em Brasília. Em conversa com Patrícia Poeta, a sambista explicou que estava vendo perfumes, mas que optou por não levar nenhum para casa.

“Então, eu tô vendo os perfumes, o vendedor me acompanhando, me dizendo os preços que eu não enxergo. Eu não sou obrigada a comprar porque eu entrei na loja. Eu estou acostumada com perfumes bons… Quando Daniele acabou de comprar, pagou o que ela comprou e saímos. Não paguei nada porque não comprei nada. Fui procurar um refrigerante pra mim, quando venho voltando, a segurança lá da loja chama a gente pra revistar a bolsa”, contou.

Em seguida, Daniele explicou o motivo para ter começado a gravar a mãe de 85 anos. “Comecei a gravar, porque fiquei com medo de minha mãe ser discriminada, sei que minha mãe é honesta. Comecei a gravar para provar a inocência da minha mãe”, enfatizou. “Eu só dizia assim: eu com 85 anos nunca pensei em passar por isso. A minha vontade era quebrar a lo“, complementou Vilma.

Abordagem racista

Em vídeo publicado nas redes sociais, Vilma Nascimento precisou retirar todos os seus pertences da bolsa. Daniele Nascimento explicou que sua mãe foi acusada de saírem da loja sem pagar o devido valor. Para família, este episódio expôs o racismo da fiscal na abordagem.

“Foi uma humilhação que nem eu, nem a minha mãe imaginávamos passar nessa vida. Estamos tristes e traumatizadas até agora. Foi um absurdo! Cheguei a perguntar se ela estava fazendo isso conosco por causa da nossa cor”, relembrou Danielle.

Em legenda, Daniele comentou que a revista da bolsa de sua mãe aconteceu em frente aos demais consumidores da loja. “Minha mãe ficou surpresa, revoltada e envergonhada pq a revista ainda foi no meio da loja na frente de clientes e outras pessoas. Foi muito constrangedor. Revoltante e etc… eu fazia perguntas, a fiscal não respondia… pedia para chamar a polícia, polícia não apareceu”, complementou.

Denúncia na Justiça

Após a repercussão negativa, a Dufry Brasil, empresa do Grupo Avolta, se desculpou publicamente sobre a abordagem de seu funcionário. Conforme a nota, a atitude do segurança está fora dos padrões exigidos pela empresa.

A Dufry ainda garantiu que o responsável pelo caso de racismo foi afastado e que reforçará os procedimentos internos de treinamento dos funcionários para evitar que a situação se repita. A Inframerica, responsável pelo aeroporto de Brasília, publicou uma nota de repúdio contra qualquer ação discriminatória.

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