Dia da Mulher: confira mulheres poderosas que fazem história na música brasileira

Dia da Mulher
Liniker, Mari Fernandez e Ludmilla (Montagem: Reprodução/Instagram)

Nesta quarta-feira (08), é celebrado o Dia Internacional da Mulher. O MixME separou uma lista de cantoras que estão fazendo história na música brasileira. Confira: 

Anitta

Além do sucesso estrondoso em solos brasileiros,  Anitta é a maior representante do Brasil no exterior. Diretamente de Honório Gurgel, no Rio de Janeiro, a cantora ganhou o mundo com sua genialidade ao som do hit Envolver, que chegou a ser a música mais escutada do Spotify.

O sucesso também resultou 1º lugar em uma das listas da Billboard. E Envolver não parou por aí. A coreografia viralizou na internet. Em todo lugar do mundo, tinha alguém reproduzindo a dança que a cantora protagonizou. Sem dúvidas, o maior sucesso da carioca.

Em 2022, Anitta realizou grandes sonhos internacionais. A cantora brasileira foi atração do Coachella e  Rock in Rio Lisboa, considerados os maiores festivais do mundo.

Liniker 

Compositora e cantora do soul e black music, Liniker traz potência musical e se tornou uma das maiores artistas brasileiras dos últimos tempos.

Ganhadora do Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira, com o disco Indigo Borboleta Anil, Liniker fez história com feito ao se torna a primeira artista trans brasileira ao ganhar a premiação.

“Sou uma cantora, compositora, atriz brasileira. Hoje algo histórico acontece na história do meu país. É a primeira vez que uma artista transgênero ganha um Grammy.

Que gigante, importante e significativo o espaço que o disco dos meus sonhos alcançou. Esse prêmio é resultado de muita dedicação, trabalho e um time maravilhoso que construíram tudo isso comigo. Melhor álbum de Música Popular Brasileira”, disse ela.

Ludmilla

Seja no pop, funk ou no pagode, Ludmilla faz jus na lista.  Com Numanice, o maior projeto da cantora, fundado em 2022, Lud traz composições autorais e  covers de alguns sucessos, principalmente de hits do pagode brasileiro. Aos 27 anos, a carioca levou seu primeiro Grammy Latino, com o álbum Numanice 2, na categoria Melhor Álbum de Samba/Pagode.

 

O álbum em questão foi gravado ao vivo em julho do ano passado, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ).

Com mais de 44 milhões de reproduções no Spotify, o segundo álbum de pagode recebe convidados como o rapper Delacruz (nas músicas ‘Cigana’ e ‘Maria Joana’), a cantora Gabby Moura (na música ‘Me arrepender’), o cantor Péricles (em ‘Sinais de fogo’), o produtor Prateado (no medley que junta ‘Nunca mais sofrer’ e ‘Intriga da oposição’) e o grupo de pagode Tá na Mente (no medley que agrega ‘Dorme com Deus e Fica’).

O sucesso estrondoso ultrapassa os streamings. Lud já levou o projeto para várias cidades brasileiras e promete repetir a dose em 2023.

Luiza Martins 

Marília Mendonça trouxe um legado e nós podemos provar (1995-2021). O feminejo ( subgênero da música sertaneja que enfatiza as mulheres a partir de composições com visões femininas) segue firme e com grandes nomes representando um dos gêneros mais amados do Brasil.

Uma delas é Luiza Martins, que está presente nas maiores paradas musicais brasileiras. Recentemente, ela lançou seu primeiro EP solo, intitulado de Continua Volume 1 e está fazendo história com ele.

Em entrevista exclusiva ao MixME, ela falou do legado que a rainha da sofrência deixou. “A Marília não deixou um vazio. Apesar da ausência física dela, ela é muito presente. Ninguém nunca viu uma coisa dessas. Eu não sei dizer para as outras cantoras, mas para mim foi como se eu tivesse perdido um norte musical.

Ela sempre foi referência para todas as mulheres. Eu acredito que foi como a gente tivesse perdido nosso ponto de partida. Acho que o cenário tem mulheres maravilhosas, mas eu acho que ela sempre vai ser esse ponto de partida. É impressionante. O cenário via dar uma renovada, vai aparecer muita gente nova, mas todo mundo tem esse respeito muito grande. Não existe comparação. Ninguém quer ser Marília. É até uma comparação cruel. Ela ainda se faz presente no segmento e sempre vai ser assim”.

Noiva de Marcela MC Gowan, Martins também falou dos seus desafios por ser uma  mulher LGBTAQIA+:  “Eu acho que tem seus desafios, mas eu acho que eu sou uma pessoa focada em um ponto. Então, eu não costumo procurar o que as pessoas acham. Eu acho que é um segmento ainda tem um olhar mais fechado. Não acho que seja impossível de ser mudado. Não vejo isso como uma dificuldade para mim. Mesmo sabendo que é, eu procuro não ver isso como uma dificuldade”.

Mari Fernandez 

No forró, Mari Fernandez é o nome. Considerada um dos grandes nomes do segmento, a cantora segue consolidando sua carreira, que está apenas começando. Em 2021, aos 21 anos de idade, Mari mostrou todo seu potencial com o hit Não, Não Vou, ao som do refrão “Passa lá em casa/Tira minha roupa/ Fala que me ama/Quebrou a cara, vem quebrar na minha cama”.

Em sua bagagem, Mari carrega vários hits como Eu Gosto Assim, Comunicação Falhou, Áudio que Te Entrega, entres outros.

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