5 curiosidades sobre a série Dahmer: Um Canibal Americano

Capa Série Dahmer: Um Canibal Americano (Imagem: Reprodução)

Lançada em 21 de setembro de 2022, o seriado “Dhamer: Um Canibal Americano” alcançou as cinco estrelas de qualificação pelo público. A série possui 10 episódios e é baseada na história de Jeffrey Dahmer, Serial Killer norte-americano que se alimentava de suas vítimas.

A história de Jeffrey se torna ainda mais impactante quando se tem a informação de que seus assassinatos ficaram ocultos por cerca de uma década. Dezessete homens foram cruelmente violentados, sem levantar suspeitas da polícia.

Confira cinco curiosidades sobre a série que você precisa saber:

1. Baseada em fatos reais

Jeffrey Dahmer quando foi preso (Imagem: Reprodução)

Apesar da narrativa ser assustadora a ponto de parecer uma ficção, a história de Jeffrey Dahmer é real. O assassino nasceu em 21 de maio de 1960 em Milwaukee, Wisconsin, EUA. E veio à óbito em 28 de novembro de 1994, após ser preso pelos crimes hediondos que praticou: estupro, homicídio, canibalismo e necrofilia.

Importante ressaltar que nem todos os fatos da narrativa são reais, alguns foram alterados para adaptação do seriado.

2. Sobrevivente

Ronald Flowers (Imagem: Reprodução)

Dos 17 homens negros e homossexuais que Dahmer matou, apenas um sobreviveu. Este homem se chama Ronald Flowers, e foi ele quem testemunhou contra o serial killer no Tribunal. O sobrevivente relatou sua triste experiência no documentário “Investigation Discovery, ‘Jeffery Dahmer: Mind of a Monster”, onde ele chamou o incidente de “puro terror”.

Na época que testemunhou contra Jeffrey, Flowers admitiu que não conseguiu detectar sinais de alguma doença mental no assassino, mesmo trabalhando com pessoas que sofriam de doenças mentais e deficiências no desenvolvimento desde 1985.

Ronald sumiu dos holofotes para tentar, aparentemente, voltar a ter uma vida normal. Acredita-se que ele ainda trabalhe como Conselheiro na Divisão de Saúde Mental do Condado de Lake, em Illinois.

3. Glenda Cleveland não existiu

Atriz Niecy Nash interpretando Glenda Cleveland (Imagem/Montagem: Reprodução)

A personagem Glenda Cleveland interpretada pela atriz Niecy Nash, na verdade nunca existiu. O personagem é uma mistura de duas pessoas reais que vivenciaram alguns dos momentos mostrados na série.

No enredo, Glenda era vizinha de Jeffrey, morava ao lado de seu apartamento e ouvia o barulho do esquartejamento dos corpos das vítimas, além de sentir o terrível cheiro de decomposição.

Ocorre que, segundo o The Milwaukee Journal Sentinel, a personagem foi inspirada em duas pessoas na vida real. A real vizinha do matador se chama Pamela Bass, foi ela que teve diversos desentendimentos com Jeffrey e relembrou quando ele ofereceu um sanduíche de “carne” para ela.

A Glenda da vida real não morava no apartamento ao lado do canibal. Foi ela quem telefonou incansavelmente para a polícia para relatar o comportamento de Dahmer, também foi ela que contou à polícia sobre a vítima de apenas 14 anos, Konerak Sinthasomphone.

4. O caso dos irmãos Sinthasomphone é real 

Irmãos Sinthasomphone, vítimas de Dahmer (Imagem/Montagem: Reprodução)

A série conta a história de dois irmãos mestiços que foram vítimas de Dahmer. O irmão mais novo, Konerak, morreu aos 14 anos, após ser drogado e agredido pelo canibal, mesmo tendo conseguido fugir e chamar a polícia.

Depois de buscar ajuda, os policiais não acreditaram na palavra do adolescente, deram crédito ao que Dahmer afirmou: que era namorado de Konerak, o que afastou os policiais e resultou na morte cruel de Konerak.

O irmão mais velho de Konerak, também foi drogado e abusado sexualmente por Jeffrey, mas teve a sorte de conseguir fugir e denunciar o criminoso, que inclusive foi condenado pelo crime. Porém, 13 anos após a agressão sexual ele veio à óbito.

5. Livro de um amigo de infância e do pai

Graphic Novel Dahmer – Derf Backderf (Imagem: Amazon)

A série foi escrita por um autor famoso, Ryan Murphy. Porém, ele não foi o único a usar a história de Dahmer como inspiração para novos enredos. O amigo de infância do canibal, Derf Backderf, também escreveu um livro sobre o colega.

Denominado como Graphic Novel”, Derf Backderf escreveu sua experiência sobre o caso. Mas, a publicação mais polêmica sobre o assassino, foi a de seu próprio pai, Lionel Dahmer.

Embora muitas pessoas possam acreditar que Lionel tenha feito um livro para defender o filho, a mensagem passada não foi essa. A obra “A Father’s Story”, é um livro trágico que faz uma reflexão do pai do assassino, tentando entender como ele pôde ter falhado tanto como pai.

A Father’s Story – Lionel Dahmer (Imagem: Reprodução)

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