Relembre falas polêmicas e controversas de Monark no podcast Flow

Demitido do Flow Podcast nesta última terça-feira (8), Bruno Aiub, mais conhecido como Monark, tem gerado comentários após viralizar com seu posicionamento sobre a criação de uma partido nazista no Brasil. No entanto, esta não é a primeira vez que ele chama atenção com falas polêmicas.

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Monark, ex-apresentador do Flow Podcast (Reprodução/Youtube)
Monark, ex-apresentador do Flow Podcast (Reprodução/Youtube)

Um dos defensores da “liberdade de expressão”, Monark tem incontáveis confusões em seu currículo por falas problemáticas nas redes sociais. O podcaster, que tem 31 anos, também já teve colocações que envolviam racismo, homofobia e críticas ao isolamento.

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1 – Comparou homofobia com gostar de refrigerante

Em outubro do ano passado Monark entrevistou o comediante Antonio Tabet durante o Flow Podcast. Em determinado momento de uma discursão sobre leis contra falas discriminatórias, Tabet trouxe o exemplo de casos de crime contra homossexuais. “Um cara que fala assim: ‘eu acho que gay tem que apanhar na Avenida Paulista'”, afirmou ele, sendo interrompido pelo apresentador.

“E o cara que fala: ‘eu amo refrigerante, nossa, com açúcar então. Amo pra carlh*, quero beber refrigerante e acho que todo mundo tinha que beber refrigerante”, disparou Monark.

2 – Ter opinião racista

No mesmo mês Monark também entrou em uma confusão sobre racismo, onde ele compartilhou um questionamento em seu perfil do Twitter sobre se “ter opinião racista era crime”. O caso, inclusive, rendeu a perda do contrato do Flow com a Ifood.

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Depois de ser detonado nas redes sociais, Monark disse que as pessoas estava querendo “criminalizar o pensamento”. “Querem criminalizar o pensamento. Muito perigoso isso. Autoritarismo começa assim”, disparou.

3 – Defendeu armamento e comparou com carro

Em entrevista ao deputado Marcelo Freixo, o apresentador do Flow comparou o uso de arma de fogo com ter um carro. Segundo ele, o veículo também pode ser usado para matar. Em seguida, Freixo rebateu dizendo que “você não sai por aí procurando pessoas para matar com o carro”.

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4 – Criticou o isolamento social

Em agosto de 2020 Monark fez questão de se mostrar contra as medidas de combate a pandemia do COVID-19. Em entrevista ao MC Negão da BL, ele detonou a quarentena e afirmou que a medida não era eficaz.

“Quarentena é como um verniz para a gente se sentir bem”, disparou o apresentador, em meio a época que não existiam vacinas e o país estava em colapso com inúmeras mortes diárias.

5 – Defendeu debate sem informação

Em entrevista para a advogada e apresentadora Gabriela Prioli, Monark entrou em uma discussão acalorada sobre a evolução da educação. Na ocasião, ele afirmou que não houve evolução e foi rebatido pela convidada: “Tá, mas cadê os dados disso? Cadê a porcentagem? Sem dados o que você está falando é puro achismo”.

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Acuado pela resposta de Prioli, o podcaster disse que não precisava de dados para entrar em debate sobre o assunto durante o programa, que é um dos mais vistos do Youtube e das plataformas de streamings.

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Formado em jornalismo pela UNIME Salvador, possui passagem por rádio, jornal e trabalha com público de internet desde 2016. Atualmente tem focado em projetos de audiovisual, cultura pop e celebridades.

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