Paulinha Abelha: médicos explicam a causa da morte da cantora

Pouco tempo após da morte da cantora Paulinha Abelha nesta quarta-feira (23), o Hospital Primavera divulgou um último boletim médico para explicar os motivos do falecimento da artista, que estava internada na UTI com graves problemas renais.

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Cantora Paulinha Abelha, vocalista da banda Calcinha Preta (Reprodução/Instagram)
Cantora Paulinha Abelha, vocalista da banda Calcinha Preta (Reprodução/Instagram)

Em comunicado, a equipe médica disse que a artista morreu “em decorrência de um quadro de comprometimento multissistêmico”. Também foi informado que ela “apresentou importante agravamento de lesões neurológicas, constatadas em ressonância magnética, e associada a coma profundo.”

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“Nas últimas 24 horas apresentou importante agravamento de lesões neurológicas, constatadas em ressonância magnética, e associada a coma profundo. Foi então iniciado protocolo diagnóstico de morte encefálica, que confirmou hipótese após exames clínicos e complementar específicos”, disse a nota.

Paulinha estava internada desde o dia 11 de fevereiro, quando chegou de uma turnê de São Paulo com problemas renais. Poucos dias depois a famosa entrou em coma, sendo diagnosticada com instabilidade neurológica.

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Alerta médico sobre estado de Paulinha Abelha

Desde a última terça-feira (22), os médicos estavam em estado de alerta sobre a situação de Paulinha Abelha. Em entrevista coletiva, os profissionais revelaram que o estágio de coma da cantora era o mais grave de todos.

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Na ocasião, foi descartada a possibilidade de uma possível infecção bacteriana no cérebro e também de evidência de morte cerebral, como estava sendo divulgado nas redes sociais por algumas pessoas.

“Coma é uma condição reversível. Em nenhum momento falamos em morte cerebral. Existe o coma profundo, que traduz uma injúria encefálica severa, mas não existe o conceito de irreversibilidade ainda”, explicou o médico neurologista, Marcos Aurélio Alves.

Apesar do caso ser delicado, os médicos ainda assim acreditavam que ela poderia se recuperar. “A gente trabalha com proximidade de uma lesão renal aguda. Muitos pacientes se recuperam em situações assim, outros podem desenvolver um caso mais crônico e necessitar de terapia renal substituída. Nesse momento, substituímos pela hemodiálise”, acrescentou o Dr. Ricardo Leite.

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Formado em jornalismo pela UNIME Salvador, possui passagem por rádio, jornal e trabalha com público de internet desde 2016. Atualmente tem focado em projetos de audiovisual, cultura pop e celebridades.

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