Gabily revela que ainda sofre preconceito por cantar funk

Aos 26 anos, a cantora Gabily revelou sofrer preconceito por cantar funk. Em conversa à revista Quem, a artista ainda destacou que após o sucesso “Você Gosta Assim”, que conquistou espaço na Billboard, aprendeu a lidar com isso.

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“Sofro bastante preconceito ainda. Somos vistas como uma mulher de menos valor. Quando me apresentei nesse ano no prêmio Multishow, estavam gravando na plateia e saíram vários comentários ao fundo do vídeo. ‘Essa daí só sabe rebolar’ ou ‘só canta putaria’… Comentários tirando meu mérito de estar numa premiação importante por conta do meu trabalho. Acontece direto, é uma coisa bem comum, mas não me chateia mais. Eu costumo não levar mais para o coração. Eu sei qual é a minha missão de estar aqui, se Deus quiser vou deixar meu legado”, falou ela.

Gabily (Foto: Reprodução/Instagram)
Gabily (Foto: Reprodução/Instagram)
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Seguindo o caminho na carreira musical, Gabily sabe perfeitamente que grandes estrelas do funk, como Anitta, Tati Quebra Barraco e Valesca, também foram vítimas de machismo e preconceito no início de tudo.

Tati Quebra Barraco, Mc Sabrina, Valesca e até a Anitta sofreram ainda mais preconceito. Ainda sofremos muito preconceitos, mas hoje em dia as coisas são mais fáceis. Elas trilharam o caminho, torando os espinhos para que a gente pudesse vir depois. Por isso, admiro muito essas mulheres. s. A Valesca é uma inspiração pelo tanto que ela sofreu para hoje a gente estar aqui. O que eu sofro hoje não é nem metade do que essas pessoas já passaram lá atrás”, dissertou.

Novidade

Disposição e planejamento não faltam na vida de Gabily. Na mesma conversa, a estrela revelou que lançará um novo EP no próximo mês, com uma vibe dos anos 2000. Além de tudo, ela contou que um novo clipe será mostrado aos fãs a cada 15 dias.

“Lanço um EP agora no mês que vem, Mixtape da Bad Girl. Esse EP vai conter quatro faixas com participações exclusivas de vários artistas como MC Mirella e outros artistas, que ainda são surpresas. Vou vir numa pegada bem anos 2000, retrô. Vai ser incrível porque vou conseguir trazer a releitura bem dessa época que surgiu cantoras incríveis. Junto, vou trazer uma música da atualidade. São músicas inéditas no estilo de hoje em dia, pancadão, no mood anterior. Vai ser uma música e clipe a cada 15 dias. Todas são autorais minhas, parcerias com os compositores que trabalham comigo”, falou ela.

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Rafael Carvalho

Redator e repórter de entretenimento

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