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Coldplay: clipe com Beyoncé é acusado de apropriação cultural



O clipe do Coldplay com a Beyoncé, lançado na semana passada, foi alvo de críticas por apropriação cultural.

Coldplay: clipe com Beyoncé é acusado de apropriação cultural

Divulgando “A Head Full Of Dreams”, o vídeo com a participação de Beyoncé não escapou das críticas negativas.

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Na última sexta-feira, 29, o Coldplay divulgou o videoclipe da canção “Hymn for the Weekend”, que conta com a parceria de ninguém menos que Beyoncé e que ajuda a promover o já lançado álbum “A Head Full of Dreams”.

Desde a divulgação da capa do álbum até os outros videoclipes já divulgados, a nova era da banda britânica é bem colorida e isso se fez presente nas imagens com a Queen B. Entretanto, esse não é o único motivo para que discussões sobre a apropriação cultural presente no vídeo fossem levantadas. A cantora aparece caracterizada como uma atriz de Bollywood, usando roupas e adereços tradicionais da cultura indiana, bem como as tatuagens de henna douradas e movimentos com as mãos considerados como uma comunicação com o Deus deles, onde cada movimento é um “alfabeto de posturas” traduzindo diversos significados.

Uma blogueira indiana chama Amena utilizou o Twitter para desabafar “Quer retratar a Índia, entenda sua rica e diversa cultura primeiro. Antiso estereótipos não chegaram ao fim”.

A Teen Vogue norte-americana ainda fez um artigo intitulado “Por que o último vídeo da Beyoncé e Coldplay é um exemplo de apropriação cultural”, apontando que o clipe é tão igual quanto tantos outros que foram filmados no país – basicamente aquele representado no filme “Quem Quer Ser um Milionário”, como o próprio artigo exemplifica, e similar a “Bounce” da Iggy Azalea e “Lean On” do Major Lazer.

Outros internautas também vaiaram a escolha do tema, dizendo que “bandas brancas mostrando a Índia como super colorido e espiritual”. Na Índia verdadeira, disseram, Bollywood é uma indústria de bilhões de dólares que é melhor representado por pôsteres de filmes gigantes e brilhantes (diferente do que aparece no clipe) e que a maioria dos homens “santos” são cafetões e a pobreza, sempre retratada em vídeos norte-americanos, não é necessariamente algo de tanto destaque.

Reveja o clipe:

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